A Fortinet utiliza inteligência de ameaças para combater o cibercrime global, transformando conhecimento em ações concretas
- A velocidade determina o risco à medida que o tempo de exploração (TTE) diminui: à medida que a IA acelera o reconhecimento, a preparação e a execução, os dados da Fortiguard revelam que o TTE é de 24 a 48 horas para incidências críticas, um aumento acentuado em relação a relatórios anteriores que indicavam um TTE de 4,76 dias. Os incidentes reais mostram como alguns minutos podem determinar os resultados: foram realizadas tentativas de exploração ativas poucas horas após a divulgação pública da vulnerabilidade React2Shell.
- O número de vítimas de ransomware disparou: a inteligência de ameaças FortiRecon identificou 7.831 vítimas confirmadas de ransomware em todo o mundo, um aumento acentuado face às cerca de 1.600 vítimas identificadas no Global Threat Landscape Report 2025, da Fortinet. A disponibilidade de kits de cibercrime como serviço, como WormGPT, FraudGPT e Brute Force IA, contribuiu para este crescimento homólogo de 389%. Os três setores mais visados foram a indústria transformadora (1.284), os serviços às empresas (824) e o retalho (682). Geograficamente, os países mais afetados foram os Estados Unidos (3.381), o Canadá (374) e a Alemanha (291).
- A gestão e complexidade das identidades são hoje um dos principais fatores de exposição na cloud: a inteligência do FortiCNAPP confirma que, ao longo de 2025, a maioria dos incidentes confirmados em ambientes cloud teve origem em credenciais roubadas, expostas ou utilizadas indevidamente, e não na exploração da infraestrutura. A análise por setores mostra que hospitais, clínicas médicas e estabelecimentos de retalho são os principais alvos. O elevado número de identidades, os modelos de acesso federado e as integrações complexas na cloud tomam estas organizações especialmente vulneráveis e ataques de agentes maliciosos.
- Os agentes de IA reduzem a necessidade de competências técnicas por parte dos operadores, ao mesmo tempo que aumentam a rapidez dos processos. Os sinais recolhidos pela FortiRecon na dark web identificaram ferramentas ofensivas potenciadas por inteligência artificial, comercializadas como serviços e produtos, incluindo versões melhoradas do WormGPT e do FraudGPT, bem como novas soluções como o HexStrike AI, uma ferramenta de IA ofensiva capaz de automatizar o reconhecimento e a definição de vetores de ataque; e o BruteForceAI, uma ferramenta de testes de intrusão que integra modelos de linguagem de grande escala (LLMs) para análise inteligente de formulários e consegue executar ataques sofisticados em simultâneo, em múltiplos processos concorrentes.
- Com a IA, os cibercriminosos trabalham de forma mais inteligente, e não mais intensa. A telemetria do FortiGate IPS registou uma diminuição de 22% nas tentativas de força bruta em termos anuais (YoY), o que indica ganhos de eficiência: com técnicas de força bruta otimizadas e mais inteligentes, os agentes de ameaça realizam menos tentativas, mas contra alvos melhor selecionados, aumentando a probabilidade de sucesso por credencial testada. Esta atividade traduz-se em cerca de 67,65 mil milhões de eventos de força bruta a nível global, com aproximadamente 185 milhões de tentativas por dia, 1,3 mil milhões por semana e 5,6 mil milhões por mês. Ao mesmo tempo, a inteligência revelou um aumento de 25,49% nas tentativas globais de exploração de vulnerabilidades em termos anuais (YoY).
- Os dados roubados têm vindo a ganhar maior relevância do que as credenciais expostas. No Global Threat Landscape Report 2025, a FortiGuard Labs observou um aumento de 500% nos registos provenientes de sistemas comprometidos por malware do tipo infostealer. Em 2026, a inteligência da FortiRecon identificou um aumento adicional de 79% e revelou uma mudança para o roubo de conjuntos de dados mais completos, impulsionada pela IA autónoma. Na atividade de “bases de dados” na dark web, os stealer logs dominaram os conjuntos de dados anunciados e partilhados (67,12%), ultrapassando as combolists (16,47%) e as credenciais expostas (5,96%). Estes stealer logs reduzem o esforço dos atacantes ao agregarem informação de identidade com artefactos contextuais, incluindo dados armazenados no navegador, permitindo a sua reutilização imediata e uma conversão mais rápida do que ataques de força bruta ou password spraying.
- O malware de roubo de credenciais continua a persistir. Este tipo de malware continua a ser uma indústria altamente lucrativa e o principal fator na criação de exposições de segurança. A telemetria da FortiRecon mostra que a atividade de stealers é dominada pelo RedLine (911.968 infeções; 50,80%), seguido do Lumma (499.784; 27,84%) e do Vidar (236.778; 13,19%).
- Descarregue uma cópia do Global Threat Landscape Report 2026 do FortiGuard Labs.
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Sobre a Fortinet
A Fortinet torna possível a existência de um mundo digital em que podemos sempre confiar através da sua missão de proteger pessoas, dispositivos e dados em qualquer lugar, sendo que hoje oferece cibersegurança onde for necessário, com um portfólio com mais de 50 produtos de nível empresarial. Mais de meio milhão de clientes confiam nas soluções Fortinet, que se encontram entre as mais adotadas, mais patenteadas e mais validadas na indústria. O Fortinet Training Institute, um dos maiores e mais amplos programas de formação da indústria, dedica-se a tornar a formação em cibersegurança e novas oportunidades de carreira disponíveis a todos. A FortiGuard Labs, a organização de investigação e inteligência sobre ameaças de elite da Fortinet, desenvolve e utiliza tecnologias inovadoras como Machine Learning e AI para fornecer atempadamente aos clientes a melhor proteção de forma consistente e medidas de ação inteligentes na contenção de ameaças. Saiba mais em https://www.fortinet.com, no Blog da Fortinet, e na FortiGuard Labs.
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