- Nos dias dos concertos de Bad Bunny, a faturação dos negócios na capital cresceu 8,01% face ao mesmo período de 2025, enquanto nos dias dos espetáculos de Rosalía caiu 0,79%.
- Já o número de transações aumentou em ambos os casos, com o artista porto-riquenho a gerar um crescimento 12,03% e a cantora espanhola de 1, 31%.
Lisboa, 02 de junho de 2026- A UNICRE disponibiliza insights estratégicos que apoiam a tomada de decisão e impulsionam o desenvolvimento dos seus negócios e da economia nacional. Entre os exemplos mais relevantes destacam-se as análises de impacto económico de grandes eventos, como os concertos de Rosalía e Bad Bunny, realizados em Lisboa nos dias 8 e 9 de abril e 26 e 27 de maio, respetivamente. Estes grandes espetáculos continuam a afirmar-se como importantes dinamizadores da economia local, gerando impacto positivo em setores como a hotelaria, restauração, transportes e comércio.
Segundo os dados da UNICRE, nos dias dos concertos de Bad Bunny, a faturação dos negócios na cidade de Lisboa cresceu 8,01% face ao mesmo período de 2025, acompanhada por um aumento de 12,03% do número de transações. Apesar deste crescimento, o ticket médio desceu 3,59%, para os 30,18€.
Já nos dias dos espetáculos de Rosalía, a faturação recuou ligeiramente (-0,79%) em comparação com o período homólogo do ano anterior. No entanto, o número de transações aumentou 1,31%, revelando uma maior dinâmica de compra, embora com um menor valor médio por transação, que se situou nos 30,40€ (-2,07%).
O comportamento dos consumidores nacionais e estrangeiros ajuda a explicar a diferença entre os dois períodos. Em maio, o crescimento foi impulsionado sobretudo pelos consumidores nacionais, cuja faturação aumentou 11,17%, enquanto a estrangeira subiu 3,76%. No total, o consumo nacional representou 59,07% da faturação registada.
Em abril, a tendência foi diferente. A faturação estrangeira cresceu 7,31%, mas não foi suficiente para compensar a descida de 5,18% registada nos cartões nacionais. Ainda assim, o mercado nacional continuou a ter o maior peso na faturação total: 61,98%.
A análise mostra, também, que os consumidores estrangeiros continuam a gastar, em média, mais do que os nacionais. Nos dias 8 e 9 de abril, o ticket médio dos cartões estrangeiros foi de 41,90€, enquanto o dos cartões nacionais se fixou nos 26,01€. Já a 26 e 27 de maio, o valor médio foi de 42,25€ entre os consumidores estrangeiros e de 25,20€ entre os nacionais.
EUA e Irlanda lideram mercados estrangeiros em Lisboa
No consumo internacional, os EUA e a Irlanda lideraram a faturação estrangeira nos dois períodos analisados. Nos dias dos concertos de Rosalía, os EUA representaram 15,47% da faturação estrangeira, seguidos da Irlanda (14,95%) e do Reino Unido (10,25%).
Nos espetáculos de Bad Bunny, os EUA tiveram um peso ainda maior, representando 24,33% da faturação estrangeira, seguidos da Irlanda (17,07%) e do Brasil (9,55%). Embora fora deste top, Porto Rico, país de origem do artista, destacou-se pelo forte crescimento: +975,52%.
Na análise por setor, o impacto dos concertos fez-se sentir, sobretudo, no retalho alimentar tradicional, nas perfumarias e na restauração. Em abril, nos dias dos concertos de Rosalía, as perfumarias registaram uma subida de 39,23% da faturação, o retalho alimentar tradicional aumentou 24,03% e a restauração 1,52%. Já no final de maio, durante os espetáculos de Bad Bunny, as perfumarias cresceram 29,99%, o retalho alimentar tradicional 18,82% e a restauração 9,58%.
“Os dados mostram que os grandes eventos culturais continuam a ter um efeito muito relevante na economia local, não apenas pela capacidade de atrair público, mas também pelo impacto que geram nos hábitos de consumo nos dias dos espetáculos. No caso de Bad Bunny e Rosalía, vemos dois comportamentos distintos: um concerto mais impulsionado pelo consumo nacional e outro com maior dinamismo no consumo estrangeiro. Esta leitura é fundamental para os negócios conseguirem antecipar picos de procura, ajustar a sua operação e responder com soluções de pagamento simples, rápidas e preparadas para diferentes perfis de consumidor”, afirma Tiago Oom, Head of Merchant Acquiring da UNICRE.
Em momentos de forte concentração de procura, os dados reforçam a importância de soluções de pagamento robustas, eficientes e adaptadas aos novos comportamentos de consumo. A UNICRE continua a ser parceira estratégica dos negócios, disponibilizando não só soluções de aceitação de pagamentos, mas também conhecimento analítico que apoia as empresas de diferentes setores e dimensões na tomada de decisão.
Estes e outros insights estratégicos para a tomada de decisão e desenvolvimento dos negócios e da economia nacional estão disponíveis no site da REDUNIQ.pt/insights. Para mais informações contacte a UNICRE.
Sobre a UNICRE:
A UNICRE é uma empresa portuguesa de referência no setor financeiro, especializada em soluções de aceitação de pagamento e acquiring. Com mais de 50 anos de experiência, foco na inovação tecnológica e compromisso com a excelência no serviço, desenvolve soluções seguras e eficientes que permitem que empresas de todas as dimensões simplifiquem pagamentos e acelerem o crescimento dos seus negócios.
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